MAN OF THE MATCH

AARON LENNON

Primeira vez que começa jogando na posição problema da Inglaterra, a meia esquerda. Apesar de não ser canhoto, suas arrancadas são benvindas ao time. Embora esteja jogando nessa posiçao no Tottenham há pouco tempo, dá para notar que ele frequentemente precisa cortar para direita, isso sugere que a longo prazo ele pode ter um futuro melhor do outro lado do campo. Caiu um pouco no segundo tempo, mas mostrou no primeiro que merece ser chamado sempre. 6

 

 



Escrito por Rogerio Andrade às 22h59
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CABEÇA PODE ROLAR

A Inglaterra joga amanhã, às 15h30 contra Israel pelas eliminatórias da Eurocopa 2008. Procurei a programação da ESPN e SporTV e, infelizmente, o jogo não vai passar na TV. A partida será em Israel e a situação dos ingleses não é das mais confortáveis. O English Team está em 3º lugar no grupo E, com 7 pontos e o técnico Steve McClaren dificilmente continua no cargo em caso de derrota, pelo menos é isso o que aposta o sensacionalista The Sun.


Se perder, não volte


Group E
Croácia 10 (4 jogos)
Rússia 8 (4)
Inglaterra 7 (4)
Macedônia 7 (5)
Israel 7 (4)
Estônia 0 (3)
Andorra 0 (4)



Escrito por Rogerio Andrade às 19h17
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ROCK'N'FOOTBALL

Eu sei que isso não tem muito a ver com futebol inglês, mas tem um pouco. Afinal, assim como o samba está ligado ao nosso futebol, o rock está ligado ao futebol inglês. Ou não. Mas é tudo cultura pop.
Posto isso, nosso colega Bruno Sassi, do Buela de Capoton, lembrou que todo ano que termina em 7, um álbum que muda os rumos do rock é lançado.

1967 – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles (Liverpool)
1977 – Nevermind the Bollocks – Sex Pistols (Londres)
1987 – The Joshua Tree – U2 (Dublin)
1997 – OK Computer – Radiohead (Manchester)

E já que os álbuns que mudam os rumos do rock geralmente vêm daquela ilha ou da ilha ao lado, resolvi perguntar ao especialista Lúcio Ribeiro se já existe hoje uma banda que tenha lançado um álbum dessa magnitude este ano ou seja candidata a lançar um.
"Difícil dizer se vai mudar alguma coisa, mas se é pra falar uma, diria o Klaxons, de Londres" foi a resposta.

Lúcio ainda questiona a lista dizendo que o Joshua Tree não mudou coisa nenhuma e que o Nevermind do Nirvana (91) e o Strokes (2001) foram mais importantes, mas deixa pra lá, já que essas bandas são do outro lado do Atlântico. E, na verdade, essa lista é só um pretexto pra falar um pouco de música.

Obs.: Agora, se você gosta de música brega italiana, peça dicas para Gian Oddi no http://abolanabota.zip.net.


Escrito por Rogerio Andrade às 11h20
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PLACAR NAS BANCAS


Eis capa da Placar deste mês. Romário está prestes a ultrapassar a marca de gols de Pelé. E não estamos falando da cascata dos "1000 gols". A direção da revista me proibiu de falar mais sobre o assunto.

Escrito por Rogerio Andrade às 14h03
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COMO MELHORAR O FUTEBOL

O presidente da Liga dos Clubes da Inglaterra, Lord Mawhinney, sugeriu que fosse adotado em qualquer jogo do campeonato inglês  disputa em pênaltis em caso de empate nos 90 minutos e ponto extra para o vencedor - algo como tivemos aqui em 1987, na Copa União. Bom, o cara foi massacrado.

Mas aproveitando o espírito, o Independent resolveu pedir para algumas figuras sugestões para a melhoria do esporte bretão. Algumas até que são boas, outras folclóricas. Aqui vão elas:

Manter o 11 contra 11Craig Brown (ex-técnico da Escócia)
O público paga pra ver 11 contra 11. Então, quando um jogador é expulso, um outro deveria entrar no seu lugar, mas um pênalti deveria ser dado contra o time do infrator.

Eliminar os malandrosJames Lawton (jornalista de esportes)
Como existe um abismo entre os jogadores profissionais e os árbitros no que se refere a simulação, tanto os clubes quanto a associação dos jogadores profissionais deveriam incentivar ex-jogadores a se tornarem árbitros. Alem disso, infratores deveriam ser punidos severamente com base em vídeos.

Recompensar a ofensividade - Ian Holloway (técnico do Plymouth Argyle)
Fazer como no rugby, dar um ponto extra para quem fizer três ou mais gols num jogo.

Usar tecnologiaPhil Saw (escritor de futebol)
Os árbitros usam aquele mesmo rádio transmissor para se comunicarem com os bandeiras. Por que não podem se comunicar com um quarto ou quinto árbitro colocados em frente a um monitor de TV? Dessa forma, erros de arbitragem poderiam ser retificados instantaneamente.

Permitir que médicos tratem dos jogadores enquanto o jogo rolaNeil Warnock (técnico do Sheffield United)
Mais uma sugestão vinda do rugby.  Isso elimina o atendimento para qualquer machucadinho bobo e também elimina a cera. O jogo pararia para contusões na cabeça e se o jogador estivesse pelo caminho de uma jogada.

Dar espaço aos árbitrosGordon Taylor (presidente executivo da PFA)
Gordon gostaria de ver um diâmetro imaginário ao redor do árbitro no qual os atletas não pudessem avançar.

Dois árbitrosAndy Hinchcliffe (ex-jogador da seleção inglesa)
O jogo tem se tornado muito veloz e os árbitros precisam de uma ajuda. Éridículo pedir que o juiz acompanhe o Thierry Henry numa arrancada de um lado ao outro do campo.
Essa ajuda poderia significar decisões mais rápidas e eficientes.

Cartão rosa para simuladores - Jason Cundy (ex-zagueiro do Chelsea e Tottenham)
Essa é muito boa. Seria como um cartão amarelo, mas muito mais constrangedor. Jogador que se joga é pior coisa do futebol e as crianças precisam vê-los sendo punidos. E se o árbitro não pegar o lance na hora, o jogador deveria receber o cartão posteriormente.

Perda de pontos - Brian Viner (jornalista de esportes)
Com as multas se tornando cada vez mais inúteis, as autoridades deveriam partir para o que realmente interessa: a perda de pontos. Dois jogadores partiram pra porrada? Cada time perde um ponto. Empurra-empurra entre dois técnicos na linha lateral, mesma coisa. Até simulações poderiam levar a esse tipo de punição. Se Chelsea e Manchester corressem o risco de perder pontos para cada cinco ocorrências de simulações, verificadas por um oficial neutro, Robben e Cristiano Ronaldo desistiriam de mergulhar da noite para o dia.

Microfones aos árbitros - Glenn Moore (editor de futebol)
Essa veio do futebol americano. Depois de um breve período em que o país ficaria chocado com linguagem chula sendo transmitida pela TV, ela se reduziria. Isso permitiria que árbitros explicassem suas decisões educando não só o público como também a mídia.

Sistema de pontos - Jason Burt (jornalista de futebol)
A ambição precisa ser estimulada. Cinco pontos para uma vitória fora de casa, quatro para vitória em casa, dois pontos para empate com gols e um para empate sem gols.

Quem precisa de pênaltis? - Nick Harris (jornalista de futebol)
Pênaltis adicionam drama, mas não têm nada a ver com futebol. No final de um mata-mata, o time que conseguiu mais escanteios deveria vencer. Só consegue escanteios quem ataca.

Deixe o futebol em paz - Mark Lawrenson (ex-zagueiro do Liverpool e comentarista da BBC)
Por que mexer em algo que está funcionando? Quem assistiu Chelsea x Tottenham na semana passada sabe que está certo do jeito que está. O problema é que existe muita gente de terno cinza com muito tempo sobrando.

Hmmm... talvez Mr. Lawrenson tenha razão. Forget it!

 



Escrito por Rogerio Andrade às 23h48
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UM IDIOTA

Uma das coisas mais legais do futebol inglês é a aquela torcida junto ao campo, sem alambrado. Mas, mesmo em um país civilizado como a Inglaterra, às vezes, aparece um ou outro idiota querendo botar tudo a perder.

No final do jogo de ontem, um hooligan do Tottenham, revoltado com a eliminação da sua equipe, invadiu o campo e tentou agredir Frank Lampard. O meio campo da seleção inglesa conseguiu se esquivar e o torcedor foi preso. Já se sabe a pena do cara: banido de estádios para sempre. 



Escrito por Rogerio Andrade às 19h14
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QUADRUPLE DREAM

Deu a lógica nos replays da F.A. Cup disputados agora à tarde. O Manchester United venceu o Middlesbrough por 1 x 0, gol de pênalti de Cristiano Ronaldo e o Chelsea venceu o Tottenham, no White Hart Lane, por 2 x 1. Sheva e Wright Phillips marcaram para os Blues e Robbie Keane decontou de pênalti para os Spurs.
O Chelsea segue firme em busca do "Quadruple Dream", ou seja, a conquista dos quatro torneios que o clube disputa nesta temporada (Copa da Liga, já conquistada, F.A. Cup, campeonato inglês e Liga dos Campeões)

As semifinais do dia 14 ficaram assim:

Watford x Manchester United

Blackburn x Chelsea


Escrito por Rogerio Andrade às 18h58
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CARLITOS, O DONO DO JOGO

O moribundo West Ham conquistou três pontos importantíssimos na sua luta contra o rebaixamento. Mas precisou contar com uma boa ajuda do juiz e do bandeira.

Tevez foi o nome do jogo. Jogou bem, aquele dos bons tempos de Corinthians. Cavou um pênalti que ele mesmo converteu. E logo depois evitou o gol da virada do seu próprio time, mas o bandeira sinalizou que bola havia entrado e o juiz deu o gol.

O replay deixa claro que não entrou. Mas fazer o quê? A Fifa não quer ajuda tecnológica para árbitros. Imagine se o West Ham se salvar por causa desses dois pontos.



Escrito por Rogerio Andrade às 15h56
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GOL DE GOLEIRO

Ontem entrei no Livescore para ver os resultados da rodada e estava lá: Tottenham 3 x 1 Watford, gols de Jenas, Robinson e Ghaly. Me perguntei que Robinson era aquele. Não podia ser o goleiro. O gol não era de pênalti, o Paul Robinson nunca bateu falta na vida e o gol não saiu no final do jogo. Será que existia um outro P. Robinson no Tottenham, talvez um Peter Robinson.


Acabei mais tarde achando o gol no Youtube (God bless Youtube) e era ele mesmo, Paul Robinson, o goleirão da seleção inglesa. O gol foi marcado de uma distância de 80 jardas (73 metros). Quero ver o Ceni bater esse recorde.

Vale lembrar aqui que, apesar de ter sido um belo frango, o goleiro do Watford é Ben Foster, um dos rivais de Robinson no gol do English Team e um dos destaques desse campeonato. Foster, na verdade, pertence ao Manchester United.




O narrador falou em segundo gol na carreira de Paul Robinson e eu fui checar. Ele já havia feito um em 2003, quando jogava pelo Leeds. Era um jogo da Copa da Liga. Seu time perdia para o Swindon Town e ele empatou nos acréscimos, levando o jogo para os pênaltis. Na disputa em pênaltis, Robinson defendeu dois deles e garantiu a classificação do Leeds.



Escrito por Rogerio Andrade às 15h08
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